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Roteiro de Pesquisa · Copy & Marketing

Mapa da Persona

Jeremy Miner / 7th Level

anúncios + páginas + VSLs do dossiê. Persona = avatar-comprador. inferência = não confirmado no material.

1
Qual é o problema central que ela enfrenta?

Ele vende com o "old way of selling" — empurra features e benefícios, faz perguntas lógicas e chatas, e por isso dispara *sales resistance* no prospect e leva objeção no final da call. O problema central, do jeito que o material enquadra, não é falta de esforço: é falta de skill/método. Na VSL principal Jeremy chama isso de "product pushers" presos no "hope-ium" — "throwing a bucket of mud against the wall, hoping and praying something we say will trigger the prospect to buy". A persona sente que trabalha contra o comportamento humano em vez de a favor, e isso torna a renda imprevisível ("such a hard and unpredictable way to make a living").

2
Quais são as dores superficiais (o que ela verbaliza no dia a dia)?

"Tô pegando objeção demais no fechamento." "I need to think it over, why should I go with you, I want another quote — escuto isso o tempo todo." "Não bato a comissão que eu sei que conseguiria." "O telefone parece pesar uma tonelada quando vou ligar pra lead frio" (imagem literal da VSL: "that phone feels like a thousand pounds, like a ton of concrete"). "Todo mundo soa igual" — o reel viral nº1 dele é exatamente "you all sound the same" (917K views), uma dor que o público claramente verbaliza.

3
Quais são as dores emocionais e mais profundas?

A ferida funda é traição + autoestima rachada: "você seguiu tudo o que te ensinaram e mesmo assim não funciona" (hook do ad 34 — "You're doing everything they told you to do, and it's still not working"). Mais fundo ainda, a humilhação subconsciente de ser visto como *low-status* — o prospect te enxerga como "just another sales guy", mais um vendedorzinho intercambiável. E o medo de estar perdendo a vida trabalhando duro sem retorno: o ad cinematográfico fecha com o cara chegando em casa e os filhos correndo pra abraçar — o subtexto é "do que eu tô abrindo mão pra dar duro à toa". Ansiedade de ligar pro prospect é nomeada direto na VSL ("your anxiety about calling your prospects").

4
Quais são os desejos superficiais (o resultado que ela pede)?

Fechar mais, faturar mais comissão, parar de ouvir objeção. Em números, é o que os depoimentos prometem: "double my income in 12 months", "closing rate went from 10% to 60%", "fechei $12.000 hoje", "$70k no melhor mês". Ele pede uma conversa de venda que "feel more like a conversation with a friend" e prospects que "sell themselves before you even get to your rebuttals".

5
O que a desperta à noite? (a ansiedade que tira o sono)

A próxima call. O ad 2825 (carrinho) verbaliza isso pela boca da marca: "tomorrow's sales conversation is coming". A ansiedade é antecipatória — amanhã tem mais ligação, mais chance de levar não, mais comissão em risco — e a sensação de que o pipeline depende de "numbers game", de volume bruto e sorte, não de controle. inferência no detalhe, mas sustentada pelo "hard and unpredictable way to make a living" da VSL.

6
Quais são os seus 5 maiores medos? (liste 1 a 5)

O medo central é ficar travado pra sempre no mesmo patamar de comissão — o "stay in the status quo", o pavor de não evoluir —, e ele se desdobra no medo de ser visto como "just another sales guy", *low-status*, amador, perdendo o respeito do prospect já na chamada. Por baixo disso corre a instabilidade financeira do comissionado, o medo de a renda imprevisível não pagar as contas, e o de estar sacrificando a família e o tempo em casa pra dar duro sem retorno inferência, ancorada no payoff familiar do ad 34. Fechando a lista, o medo de ficar pra trás dos colegas e dos top performers enquanto o "top 1%" some na frente.

7
O que provoca dor física, emocional e espiritual?

Física: a sensação corporal de pegar o telefone que "pesa uma tonelada", o aperto antes da cold call. Emocional: a humilhação do prospect desligando na cara (sound design do "click" no ad 43, três deals morrendo em 15s), o "no" repetido, a frustração de seguir o script e falhar. Espiritual/identitária: a crise de "será que eu sirvo pra isso?" — o reframe que Jeremy vende justamente desarma isso ("The problem was never your work ethic. It was never your drive. It was the skills").

8
O que gera humilhação para ela?

Ser pego soando como vendedor genérico e necessitado — mandar o email "needy" ("Bob, is everything okay? I'm praying for you", ridicularizado no ad 43), usar as linhas batidas que todo mundo usa, ouvir o "click" do prospect desligando. A humilhação central é o *status baixo*: o prospect te trata como interrupção, não como autoridade.

9
O que lhe dá raiva? Quem a enfurece?

A raiva é contra o que ensinaram pra ele — o "old way of selling", os gurus de venda tradicional, o boiler-room / consultative selling que "work against human behavior". O material posiciona o inimigo de forma genérica e repetida: "everything they told you to do", "these old school techniques are out of the window". inferência também há raiva difusa contra prospects "enroladores" que pedem pra pensar e somem, e contra a sensação de ter perdido anos aplicando método errado.

10
Quais são as 3 coisas mais frustrantes do dia a dia? (liste 1 a 3)

Levar a mesma carteira de objeções no fechamento — "I need to think it over", "too expensive", "another quote" — depois de ter feito tudo certo. O ghosting do prospect que parecia quente, sumiu e não responde follow-up. E dar duro no telefone, no pitch e nas horas pra ver a comissão não bater o que ele sabe que era possível — esforço alto, retorno descolado.

11
Sobre o que ela sente culpa?

Sobre o tempo longe de casa / da família trocado por trabalho que não rende o esperado (subtexto do payoff familiar do ad 34 — "be present", "the moment you could walk through that door"). E inferência culpa de "empurrar" o cliente, de soar como o vendedor chato que ele mesmo odeia ser atendido — o que torna o reframe "stop selling, start solving / asking" tão sedutor pra ele: alivia a culpa de vender.

12
De quem ela quer se vingar / a quem quer provar algo?

Quer provar pro prospect que o desligou / o ghostou que agora ele comanda a conversa. Quer provar pros colegas de equipe e pro mercado que entrou no "top 1%". E quer provar pra si mesmo que o problema nunca foi ele ser ruim — era só a skill que faltava (o reframe identitário é literalmente a promessa de redenção pessoal).

13
Quais são os seus valores e a sua moral?

Ética na venda é um valor forte e explorado em todo o material: ele quer "lower your prospects' guards *ethically* without triggering sales resistance", vender "in harmony with human nature instead of fighting against it". Valoriza maestria/profissionalismo ("committed to mastery"), trabalho duro (ele *se orgulha* do work ethic — por isso o reframe não tira isso dele), e resultado mensurável. Respeita autoridade e competência comprovada (responde a número, ranking, prova).

14
Qual é a crise mais urgente na vida dela agora?

Bater meta de comissão *agora* — a renda do mês depende de fechar. A crise é financeira-imediata e de identidade profissional ao mesmo tempo: "se eu não destravar o fechamento, fico travado no status quo".

15
Quem são os seus inimigos?

O "old way of selling" e quem o ensina (treinamento de vendas tradicional, hard-close, boiler-room). O próprio comportamento "product pusher" dentro dele. E o concorrente que, em mercados commodity (real estate, insurance, solar, coaching — citados no ad 2838), tem "o mesmo produto, o mesmo preço, o mesmo pitch" — só se diferencia por *como* faz o prospect se sentir.

16
Qual é a visão política dela (direita, esquerda, apolítica)?

inferência Tendencialmente apolítica-no-conteúdo, mas com inclinação de mentalidade meritocrática/empreendedora de centro-direita americana — público de comissionado, "ambitious people who want more, aren't afraid to go after it" (ad 2837), que acredita em esforço individual e recompensa por performance. O material é silencioso sobre política explícita; nada confirmado.

17
Qual é a "religião" dela? (em que/quem acredita ou idolatra)

A "religião" é a fé no método/skill como destravador — a crença de que existe um sistema que, aprendido, muda tudo (NEPQ vira quase doutrina, com seus "mandamentos": "let go of the outcome and your income will always increase"). Idolatra o top performer / "top 1%" e, por extensão, o próprio Jeremy como prova viva ("45th highest earning producer out of 108 million salespeople"). inferência religião declarada não aparece no material.

18
O que ela quer mais do que tudo?

Controle e previsibilidade na venda — fechar consistentemente sem pressão, sem ansiedade, com o prospect se convencendo sozinho. A VSL crava a fantasia: o telefone que pesava uma tonelada "will float into your hands and you're going to be internally excited every day to call prospects". Quer trocar o "hope-ium" por um sistema confiável.

19
O que ela fantasia secretamente em ter (fama, fortuna, poder)?

Fortuna via comissão dobrada/triplicada (os números dos depoimentos são a fantasia explícita: $70k/mês, $250k em deals em 2 semanas). Status de elite — ser do "top 1%", reconhecido, o closer que os outros admiram. E poder na conversa: ser o de *status alto* que o prospect persegue, não o vendedor que implora retorno.

20
De quem ela busca reconhecimento? Quem quer impressionar?

Os pares e líderes de vendas (sales floor, gestor, ranking da equipe), o prospect (quer ser respeitado como autoridade, não tratado como interrupção), e inferência a família — provar que o sacrifício valeu, "live your life", estar presente em casa como ganhador. No avatar premium do Summit, quer pertencer à tribo dos "Sales Legends" e ser reconhecido dentro dela.

21
Faixa de renda

Comissionado de renda média a média-alta, mas *instável*. Ganha o suficiente pra pagar $27 sem pensar (tripware) e parte da base banca passagem + hospedagem + ingresso de Summit ($197–$997) e até programa high-ticket ($3–15k). inferência faixa típica US$ 40k–120k/ano com variância grande mês a mês. Há também uma cauda de público sem renda estável: ~14% desempregados + ~12% part-time na audiência do site (1 em cada 4 visitantes) — público de *transformação*, não de escala.

22
Idade / geração

Núcleo retratado nos ads: 30 e poucos a 40 e poucos (o ator do ad 34 é descrito como late-thirties, pai de família). Os dados de audiência do site mostram dois picos: 25–34 e 55–64 — ou seja, o jovem comissionado em ascensão E o sênior em transição de carreira, hoje tratados com a mesma mensagem.

23
Gênero

Predominantemente masculino. Audiência ~67% homem / ~33% mulher. O tom dos ads ("Get out of here", confiança quase petulante) é calibrado pro vendedor homem.

24
Ocupação / trabalho

Vendedor / closer B2B e high-ticket. Indústrias citadas explicitamente no material: SaaS, seguros (insurance), home improvement, financeiro, real estate, solar, coaching. Inclui AE de SaaS, corretor, rep de seguros, vendedor de serviço/agência. Cauda: donos de pequeno negócio sem time de vendas (~12% da audiência) que vendem o próprio produto.

25
Nível de educação

inferência Médio a superior; alfabetizado em negócios e jargão de vendas, mas não necessariamente acadêmico — é um público de *prática de campo*, não de teoria. Consome treinamento aplicado (whiteboard, role-play), não papers. ~23% da audiência tem afinidade tech (ChatGPT, programação).

26
Dívidas? De que tipo?

inferência Não confirmado no material. Plausível: pressão de fluxo de caixa pessoal pela renda variável de comissionado (cartão, financiamentos de estilo de vida), o que amplifica o medo de "não bater meta esse mês". Nada cravado nos ads/páginas.

27
Localização (país, cidade, bairro)

Estados Unidos, mercado de língua inglesa (o ecossistema opera 100% em inglês; Summit presencial em Dallas). Distribuição urbana/suburbana típica de força de vendas americana. inferência no recorte de cidade/bairro — não há dado de bairro no material; o Summit em Dallas e a vibe "Las Vegas" do trailer indicam público nacional dos EUA.

28
Quem é o "manda-chuva" na decisão de compra? Pesa mais emoção ou lógica?

A compra do tripware é emocional na largada, racionalizada depois: o ad bate na ferida identitária (emoção — "não é seu esforço, é a skill") e o cérebro fecha com prova/número (lógica — "273 questions", "161 industries", cases nominados). Ironicamente, a própria tese que vendem pra ele ("stop pushing logical arguments, build emotion") descreve como ele decide. Ele *acha* que decide pela lógica (é vendedor, se orgulha de ser racional), mas o gatilho é emocional — por isso os ads abrem na ferida, não no recurso. O diagrama "LOGIC vs EMOTION" (cérebro splitado, ad 2837) é vendido justamente porque ressoa com como ele mesmo compra.

29
Que tipo de jargão / vocabulário ela usa?

Jargão de sales floor americano: *prospect, lead, close/closing rate, objection, rebuttal, pitch, discovery call, cold call, follow-up, commission, quota, pipeline, deal, package, close ratio*. Reconhece e adota os termos cunhados da marca: *NEPQ, status framing, tonality, objection prevention (vs handling), product pusher, hope-ium, sales resistance*. Fala em "doubling/tripling close rate", "hitting commission goals", "top 1%".

30
Sentimento ao buscar no Google? E o que ela digita?

Sentimento: frustração + busca por solução depois de uma call ruim. Digita coisas como "how to handle sales objections", "how to overcome I need to think about it", "best sales training", "how to close more deals", "cold calling scripts", "how to stop sounding salesy". Os termos pagos confirmam a gravitação pra marca/método: "jeremy miner", "nepq", "nepq black book of questions", "nepq sales training". inferência nas buscas genéricas exatas; confirmado nos termos branded do SimilarWeb.

31
Quais outros produtos relacionados ela já compra?

Outros treinamentos e livros de vendas (Grant Cardone, SPIN Selling, Challenger, Sandler — inferência de categoria), scripts e templates de cold call, CRM, ferramentas de prospecção, podcasts e cursos de sales. Dentro do ecossistema Jeremy: order bumps (Sales Script Toolkit $37), Black Book V2, eventual assinatura 7th Level University ($100/mês). ~23% tem afinidade com ferramentas de IA (ChatGPT) e poderia comprar "vendas com IA".

32
O que ela realmente faz para se divertir (não o que diz que faz)?

inferência Consome conteúdo de "hustle"/vendas até no lazer (rola YouTube de sales gurus, ouve podcast de negócios no carro), acompanha esportes, curte happy hour com o pessoal de vendas pra trocar histórias de deal. Diz que estuda método; na prática boa parte do "estudo" é assistir vídeo longo do Jeremy como entretenimento-que-parece-produtivo. Nada disso é confirmado no material — é leitura de arquétipo.

33
Maior reclamação numa conversa de bar?

"Os leads tão uma porcaria / o prospect me fez perder tempo e sumiu." "Trabalho que nem um cachorro e a comissão não acompanha." "Todo vendedor soa igual, o cliente já vem com o pé atrás." inferência no fraseado exato, mas alinhada às dores nomeadas no material ("you all sound the same", numbers game, objeções no fim).

34
Quais livros, filmes e programas ela consome?

inferência *O Lobo de Wall Street*, *Glengarry Glen Ross*, *Boiler Room* (cultura pop de venda agressiva que ele admira e ao mesmo tempo o material critica), *Suits*. Livros de vendas/negócios e auto-performance. Podcasts de vendas e empreendedorismo — incluindo o próprio "Closers Are Losers" do Jeremy. YouTube de sales training é consumo recorrente (é o hub onde o funil o pega).

35
Quem mais vende algo parecido para ela — e como?

Outros gurus de treinamento de vendas e os métodos clássicos — Grant Cardone (high energy, hard-close), SPIN Selling, Sandler, Challenger Sale, Chris Voss / *Never Split the Difference* (inferência de categoria; nomes não citados no material). Eles vendem via cursos, livros, eventos e coaching, geralmente posicionados no "old way" que Jeremy ataca — hard-close, scripts de persuasão, "objection handling". O diferencial que Jeremy crava contra todos é o *reframe*: enquanto eles ensinam a *lidar* com objeção e *empurrar*, ele vende *prevenir* a objeção e fazer o prospect se vender sozinho ("objection prevention" vs "objection handling", "stop selling, start asking").

Mapa da Persona · 6 blocos / 35 perguntas · fundamentado nos anúncios, páginas e VSLs do dossiê. Cada bloco é embedável no Miro pelo botão 📎.