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Roteiro de Pesquisa · Copy & Marketing

Mapa da Persona

Thiago Reis / Growth Machine

anúncios + páginas + VSLs do dossiê. Persona = avatar-comprador (o CLIENTE que o Thiago quer atrair, NÃO o Thiago). inferência = não confirmado no material.

# Mapa da Persona — Thiago Reis / Growth Machine

> Fonte: anúncios + páginas + VSLs do dossiê. Persona = avatar-comprador (o CLIENTE que o Thiago quer atrair, NÃO o Thiago). inferência = não confirmado no material.

A persona é o dono de uma empresa B2B brasileira que cresceu na raça até mais ou menos R$1 milhão por ano e empacou — fatura, paga as contas, mas não consegue dar o próximo salto e sente que carrega a empresa nas costas. A própria VSL o nomeia: é quem "está preso dentro do vale de 10 milhões", aquele que "mais trabalha, faz tudo certo e mesmo assim trava". A Growth Machine qualifica essa pessoa de forma explícita — "esse desafio é pra quem fatura mais de 1 milhão por ano" — e mira o decisor, não o vendedor: na contagem do orgânico, 27 dos 45 posts do mês (60%) falam direto com o dono da empresa.

1
Problema central.

Ele bateu num teto invisível de faturamento e não sabe explicar por quê. A empresa cresceu "com força bruta, indicação, esforço do fundador e sorte" (palavras da VSL), e é justamente esse modelo que o trouxe até R$1M que agora o impede de avançar. O Thiago dá nome ao inimigo — o "vale dos 10 milhões" — e o ancora num dado que repete à exaustão, o de que "90% das empresas brasileiras crescem até 1 milhão e depois param". Daí nasce o reframe que sustenta a venda inteira: "você não tem um problema de esforço, você tem um problema de estrutura comercial", porque a venda da empresa depende de pessoas — o fundador-herói, o vendedor-estrela, a indicação — e não de um sistema que rode sozinho.

2
Dores superficiais (o que verbaliza no dia a dia).

Na superfície esse problema vira uma lista de queixas que ele solta numa conversa, e as 7 armadilhas da VSL são quase a transcrição dessa fala: a roleta da indicação ("60% das vendas vêm de indicação, e indicação é sorte, não escala"), que leva ao caos comercial ("não tem script, não tem playbook, cada um vende do seu jeito e eu só torço"), que leva à morte no limite (leads que entram e ninguém liga a tempo), à prisão do fundador ("se eu tiro férias, a empresa pega fogo"), ao paradoxo do crescimento ("contrato mais gente, o custo sobe e a margem some"), ao voo cego ("não sei prever quanto vou faturar, cada decisão é um chute") e ao cemitério das ferramentas ("comprei CRM, contratei agência, só gastei e continuo no mesmo lugar"). É um cold-read tão amplo que "se você tem 3 ou mais, já está preso" — e é impossível não marcar 3.

3
Dores emocionais e mais profundas.

Por baixo dessas queixas operacionais mora o medo de que o limite seja ele mesmo — que a empresa só cresceu até onde ele consegue empurrar e que ele virou o gargalo. A prisão do fundador é literal: ele é refém do próprio negócio, e o case-prova mais repetido (o cliente que "inclusive tirou férias" depois do sistema) entrega que férias são um luxo proibido pra esse avatar. Some a isso a vergonha de trabalhar muito e colher pouco, porque o discurso de inversão de culpa ("você faz tudo certo e mesmo assim trava") só existe já que essa pessoa se culpa em silêncio. O peso exato é inferência, mas a recorrência do tema "previsibilidade" em todas as páginas mostra que a ansiedade financeira é o pano de fundo de tudo.

4
Desejos superficiais (o resultado que pede).

É contra essa dor que o desejo de superfície se forma: mais clientes, e rápido — a oferta-âncora é literalmente "de 5 a 50 clientes em 20 dias". Na língua dele, isso é previsibilidade de receita ("saber quanto vou faturar"), um time que venda sem ele, um processo que "copia e cola" e o salto que fura o teto rumo aos 10 milhões. No fundo, quer parar de depender de indicação, de talento individual e de si próprio.

5
O que a desperta à noite (ansiedade que tira o sono).

A imprevisibilidade da receita — não saber se o mês fecha, porque a venda depende de sorte e indicação e não de um motor que ele controla ("não sabe quando vai faturar, cada decisão é um chute"). Junto vem o peso de ser o único que segura a operação: se ele para, tudo para ("80% das vendas dependem do fundador"). E há, inferência, o medo de ver um concorrente menor passar na frente por ter "se profissionalizado" — o post do Nubank ("chegar antes na cabeça do cliente") cutuca exatamente a ferida da empresa que "só aparece quando precisa vender".

6
5 maiores medos.

O maior é ser o teto da própria empresa, descobrir que ela não cresce porque depende dele — o fundador-refém. Desse medo-raiz brotam os outros: continuar preso à indicação e à sorte, sem nenhuma previsibilidade ("a empresa que é dona de você"); investir de novo em gente, CRM, agência ou consultoria e não ter retorno, o cemitério das ferramentas, o pavor de jogar mais dinheiro no lixo; não dar conta de executar, medo que o próprio e-mail de recuperação nomeia ("será que eu vou dar conta?"), comprar a solução e travar na implementação; e, por fim, estagnar de vez e ver concorrentes mais novos e "mais estruturados" comerem o mercado dele.

7
O que provoca dor física, emocional e espiritual.

No corpo é a exaustão de tocar tudo sozinho — a VSL desenha isso como pedalar mais forte sem a bicicleta andar ("máximo local"), e crava que 70% de você em 5 vendedores vale mais que "100% de você exausto". No emocional é a frustração de fazer tudo certo e travar mesmo assim, somada à humilhação silenciosa de não conseguir delegar a venda. E há uma camada de identidade: vários reels miram o senso de potência e propósito direto ("seu cérebro vai te manter pequeno, econômico e previsível"; "suba o seu padrão"), tratando a estagnação como traição ao próprio potencial.

8
O que gera humilhação.

Ser chamado de "balconista caro" ou "tirador de pedido" — os hooks de insulto funcional do orgânico ("balconista caro", "passa vergonha explicando produto", "vai continuar tirando pedido") acertam em cheio o ego do dono que se acha empreendedor mas opera como vendedor sem método. Humilha também ser o fundador-refém que não tira férias e que montou uma empresa que "não vale nada sem ele"; e, pra parte desse público, comprar promessa de guru e não ter resultado — humilhação que aparece crua na voz do cliente do ReclameAqui ("investimento alto sem nenhum resultado").

9
O que lhe dá raiva? Quem a enfurece.

A "fumaça da internet" em primeiro lugar — "fórmula mágica", "segredo mirabolante", o guru que "quer te chamar de otário e tirar seu dinheiro" (fala literal do reel DVJhS4BguVp): ele é cético, já foi queimado, e despreza quem vende ilusão. Depois vem o vendedor que não quer vender — "o vendedor que se esconde atrás do WhatsApp", o time que culpa o processo em vez de executar (o case da empresa de comunicação, "a culpa é do processo"). E, no fundo, raiva da própria dependência: de precisar implorar por indicação e ficar "torcendo" pra bater meta.

10
3 frustrações do dia a dia.

A primeira são os leads que chegam e morrem porque ninguém deu o primeiro contato a tempo ("67% dos leads nunca recebem o primeiro contato; a cada 5 min de demora, -89% de chance"). A segunda é cada vendedor vendendo do seu jeito, sem padrão, o que o obriga a ficar em cima de tudo porque nada roda sozinho — o caos comercial. E a terceira é contratar mais gente só pra ver a margem encolher em vez de crescer, o paradoxo do crescimento ("trabalha mais só pra pagar mais pessoas").

11
Sobre o que sente culpa.

De ainda ser o gargalo — de a empresa depender dele e de ele não ter construído algo que ande sozinho. A inversão de culpa do funil opera exatamente aqui: primeiro alivia ("o problema não é você, você faz tudo certo") pra baixar a defesa, depois realoca a culpa pra uma falha de estrutura que o dono não montou. Sobra, então, a culpa por não ter profissionalizado a operação antes, por ter deixado o negócio refém de pessoas — e, inferência, por ter "desperdiçado" dinheiro em ferramentas e contratações que não vingaram.

12
De quem quer se vingar / a quem quer provar algo.

Quer provar pra si mesmo, pra família e pros sócios que a empresa não é sorte — que ele escala de verdade e que o sucesso até aqui não foi acaso —, e provar ao mercado e aos concorrentes que vai furar o teto. inferência há um componente de provar a quem duvidou no começo (o reel de origem, "quebrei em R$300k", ressoa com quem já ouviu que não ia dar certo). Mas não é uma persona movida a vingança explícita: é movida a status e potência, a subir o padrão e nunca retroceder.

13
Valores e moral.

Meritocracia, trabalho duro e execução acima de teoria — "não existe pulo mágico, existe trabalho, execução e construção; não precisa ser fácil, só precisa ser possível". Valoriza método, processo, disciplina e dado ("se você não está medindo, não consegue melhorar") e despreza vitimismo e acomodação ("em vez de ambicionar subir, as pessoas se acomodam a querer menos"). No centro está a ambição como quase-dever moral: subir de padrão é obrigação, não opção.

14
Crise mais urgente agora.

O faturamento travado — o negócio parou de crescer e ele não sabe destravar. É a crise que todas as três portas atacam (oferta direta, quiz Scanner, diagnóstico): "seu time não bate meta", "sua operação perde dinheiro em 3 lugares", "você está preso no vale". E é financeira e identitária ao mesmo tempo, porque cada semana parada é "dinheiro na mesa" (frame do quiz).

15
Inimigos.

O "vale dos 10 milhões" é o inimigo nomeado nº1, seguido do esforço sem sistema e da cultura do vendedor-herói e do fundador que segura tudo nas costas. Depois vêm a indicação e a sorte como modelo de venda, os gurus de fórmula mágica que já o queimaram, e o concorrente que "se profissionalizou" e está chegando antes na cabeça do cliente.

16
Visão política.

inferência — não há marcador político explícito no material. Pela estética e pelos valores (meritocracia, trabalho duro, empreendedorismo, anti-vitimismo, masculinidade clássica, jiu-jitsu/poker/futebol), o avatar inclina-se a um liberal-conservador pró-mercado / centro-direita, típico do dono de PME brasileiro. Vale como inferência forte, não confirmada.

17
"Religião" (em que/quem acredita ou idolatra).

Acredita em sistema, processo e dado como a verdadeira fé — "não é carisma, é engenharia de vendas". Seus santos são os cases de escala: Nubank, iFood, RD Station e Boticário viram prova no orgânico, e o Thiago se coloca como o sacerdote que decodifica o método delas. Acredita também na própria capacidade de ascensão ("depois que você acostuma o cérebro a novos padrões, ele não retrocede"). inferência mais crença em mérito e autossuperação do que religião formal.

18
O que quer mais do que tudo.

Previsibilidade e liberdade no mesmo movimento — uma máquina de vendas que gera clientes todo dia sem depender dele, do talento de um vendedor ou de milagre. Quer escalar (furar o teto, chegar nos 10M+) e, ao mesmo tempo, se libertar da operação a ponto de tirar férias sem a empresa pegar fogo. A promessa que mais o seduz é "5 a 50 clientes em 20 dias" com "clareza, processo desenhado e passo a passo".

19
O que fantasia secretamente em ter (fama, fortuna, poder).

Poder e status de "dono de empresa de verdade", não de autônomo glorificado — uma operação que roda sozinha, com time que vende sem ele, e ele no papel de estrategista, não de operador. Fortuna via escala, o salto pros 10M e 90M dos cases. E, inferência, o pertencimento a um patamar superior de consumo e reconhecimento, fantasia que o reel do restaurante caro ("vá mesmo assim, suba o seu padrão") deixa escapar — ser tratado como gente grande.

20
De quem busca reconhecimento? Quem quer impressionar.

Os pares empresários e o próprio mercado, que ele quer que o vejam como alguém que construiu algo escalável e não como sortudo; os sócios e a família, pra quem precisa provar que o negócio se sustenta e cresce; e, inferência, o time interno (ser o líder respeitado, não o que só grita) e a versão de si mesmo do começo, que quebrou e de quem duvidaram.

21
Faixa de renda.

A empresa fatura acima de R$1 milhão/ano — critério explícito de qualificação da VSL —, o que lhe dá renda pessoal alta para o padrão brasileiro mas com fluxo de caixa apertado e imprevisível: ele paga R$97 sem pensar (tripwire), mas o high-ticket, fechado por call e com preço revelado só no diagnóstico, é uma decisão de investimento séria. inferência classe A/B, sócio de PME.

22
Idade / geração.

inferência mais ou menos 30 a 50 anos — empreendedor estabelecido o bastante pra ter chegado a R$1M, ainda em fase de ambição e escala. As referências culturais usadas (Lobo de Wall Street, Suits/Harvey Specter, Peaky Blinders, jiu-jitsu, poker, futebol) calibram pra homem millennial ou geração X.

23
Gênero.

Predominantemente masculino — toda a estética e linguagem (futebol, jiu-jitsu, poker, "durão", clipes de poder masculino) é construída pro homem. A própria conclusão de negócio marca isso como brecha: "mulheres e gestoras em vendas são mal servidas pelo tom masculino". O avatar-alvo é homem; a mulher é público que ele ignora.

24
Ocupação / trabalho.

Dono, fundador, CEO ou sócio de empresa B2B — serviços, software, agência, indústria, distribuidora — que ainda opera no comercial na prática (vende ou gerencia venda de perto). Secundariamente o material fala com o gestor comercial e usa o vendedor como "exemplo do erro" pra cutucar o dono. A página de recon descreve direto: "para CEOs e sócios cansados do improviso comercial, prontos para previsibilidade de receita".

25
Nível de educação.

inferência ensino superior na maioria — empreendedor de B2B com algum repertório de gestão (entende "CRM", "playbook", "CAC", "ciclo de vendas"). Não necessariamente com formação formal em vendas, e é daí que vem o apelo do "método" que organiza o que ele faz no improviso.

26
Dívidas? De que tipo?

inferência — não há dado direto. Provável exposição a capital de giro e financiamento de operação, com custo fixo crescente: a dor do paradoxo do crescimento (contratar mais e ver a margem sumir) sugere pressão de folha. Não é o avatar endividado-desesperado típico de oferta black; é o avatar de caixa imprevisível e medo de queimar capital em soluções que não funcionam.

27
Localização (país, cidade, bairro).

Brasil — toda a comunicação em PT-BR, ReclameAqui, Hotmart, referências a Mercado Livre/Nubank/Silvio Santos. inferência concentração nos grandes centros e capitais (SP, Sul, Sudeste), onde está a densidade de PME B2B, em bairros de classe média-alta urbana.

28
"Manda-chuva" na decisão de compra? Emoção ou lógica?

Ele é o manda-chuva — decisor único, dono ou sócio —, por isso o funil fala com ele direto, e decide na emoção e racionaliza na lógica. A VSL "Me Venda Essa Caneta" expõe a própria tese do Thiago: vende-se pro cérebro reptiliano (poder, sobrevivência, status), porque "o neocórtex participa de 7% da decisão e sempre adia". A dor — as 7 armadilhas, o auto-diagnóstico desconfortável — é o gatilho emocional; os números e cases são a muleta lógica que ele usa pra se justificar. Como é cético, precisa de prova (R$3,4bi, 8.000 operações) pra liberar a emoção.

29
Jargão / vocabulário.

Fala a língua do comercial: "bater meta", "previsibilidade", "escala", "máquina de vendas", "playbook", "script", "processo", "gargalo", "funil", "lead", "CAC", "ciclo de vendas", "prospecção/outbound", "qualificação", "closer", "SDR", "ticket", "alto ticket", "CRM", "indicação", "depender do fundador", "travado/preso", "tirar pedido". Pensa em "faturamento" e "operação comercial", e reconhece termos de neurovenda quando ensinados (SPIN, venda consultiva, níveis de consciência).

30
Sentimento ao buscar no Google? E o que digita.

Sente frustração misturada com esperança cética — procura solução já tendo tentado coisas que falharam. Digita a dor e a solução de fundo de funil: "como estruturar time de vendas", "como quebrar objeção", "como fazer cold call", "SPIN selling", "consultoria comercial", "como escalar vendas B2B", "previsibilidade de vendas". É exatamente a intenção quente que o YouTube do Thiago captura — e que, por brecha, ele não cobre com anúncio de busca.

31
Outros produtos relacionados que já compra.

CRM (Pipedrive, RD Station — que o Thiago monetiza via afiliado), cursos e mentorias de vendas e gestão, eventos e imersões de negócios, ferramentas de prospecção e automação. inferência consome conteúdo de outros experts de vendas (já viu "fórmula mágica" o bastante pra ficar cético), assina ferramentas que viraram "cemitério" (o próprio jargão dele) e provavelmente compra livros de negócios e ingressos de eventos do nicho.

32
O que realmente faz para se divertir (não o que diz).

A estética entrega: jiu-jitsu, futebol e poker, além dos clipes de "poder masculino" (Suits, Lobo de Wall Street, Peaky Blinders) que ele consome e compartilha. inferência academia e treino, churrasco com amigos, talvez whisky e bom restaurante (o reel do "melhor restaurante da cidade" mira essa aspiração). Diz que vive de trabalho; na prática busca ambientes de competição e status masculino.

33
Maior reclamação numa conversa de bar.

"Não acho gente boa pra vender" e "meu time não vende sem mim em cima" — a queixa do caos comercial e da dependência —, somadas a "está tudo mais difícil pra vender" (o reel da fuga das redes e do "Google que não converte mais") e à reclamação clássica do cético queimado, "essas consultorias e gurus prometem mundos e fundos e não entregam nada". É o dono que reclama que trabalha demais e a empresa não anda.

34
Livros, filmes, programas que consome.

Filmes e séries de poder e venda — O Lobo de Wall Street, Suits, Peaky Blinders — são referências diretas usadas no orgânico, calibradas pro gosto dele. inferência livros de negócios e vendas (SPIN Selling, Receita Previsível, biografias de fundadores), podcasts de empreendedorismo e conteúdo de cases de marcas (Nubank, iFood, os "santos" do feed). Acompanha notícia de negócios sempre quente, porque os ganchos do Thiago são Mercado Livre, Nubank, PSG.

35
Quem mais vende algo parecido para ela — e como?

Outros players de aceleração e consultoria comercial e mentorias de vendas B2B no Brasil — o mesmo nicho que, segundo a matéria do Administradores.com.br, "protestou contra a Growth Machine" (concorrência ativa de pares e gurus de vendas). Vendem do mesmo jeito: autoridade mais prova de cases mais funil de conteúdo orgânico (LinkedIn/YouTube/Instagram) puxando pra diagnóstico e call de high-ticket, com tripwire barato qualificando o lead. inferência os fornecedores de CRM (Pipedrive, RD Station, Salesforce) disputam a mesma dor ("organize seu comercial") por outro ângulo, e as agências de outbound e prospecção vendem a versão "feito por mim" do que o Thiago vende como "feito por você".

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