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O racional por trás dos temas: que assuntos ele escolhe, por que esses e não outros, e como cada um impacta cada persona. Janela: 2026-05-05 → 2026-06-04 · 45 posts (33 reels + 12 estáticos) · TOFU 71% · MOFU 27% · CTA "DESAFIO" em ~100%.
Ele não posta "conteúdo de vendas". Opera uma tese só, reciclada infinitamente: "empresa não cresce por talento/herói, cresce por sistema/processo/máquina de vendas" — e troca apenas a fantasia que veste essa tese. A notícia do dia é a fantasia. O resto é sempre igual. Por isso parece sempre "a mesma coisa com roupa diferente": porque é.
Antes de listar os temas, a regra de fundo: ele não escolhe assunto por achar interessante. Um tema só entra no feed se fizer um destes três trabalhos pro negócio:
Fazer o dono SENTIR uma dor que a Growth Machine cura: falta de processo, depender de vendedor-estrela, não ter previsibilidade. Sem dor, não existe oferta. É o trabalho mais comum dos posts.
Dissolver antecipadamente o motivo de NÃO contratar: 'conteúdo é vaidade', 'tá caro', 'meu mercado tá difícil', 'lead é que falta'. Ele mata a objeção antes de você a verbalizar.
Mostrar o mundo que o cliente quer pertencer: a 'sala dos reis', o ambiente, a mentalidade de dono de verdade, o poker no High Growth. Vende o pertencimento, não a ferramenta. É o que sustenta o high-ticket.
A genialidade do funil: uma frase só serve às 4 ao mesmo tempo — a celebridade puxa P4, a dor operacional prende P3, o espelho acorda P2, e a inversão de culpa fecha em P1.
Fatura 6–8 dígitos, normalmente depende de 1 ou 2 vendedores-estrela e não tem processo. É o decisor que assina o diagnóstico, o Expansão Comercial, o high-ticket. TODA copy do Thiago, não importa o tema, termina mirando nele. Os outros três personas existem pra trazê-lo até aqui ou pra usá-lo de espelho.
Head de vendas, sócio comercial, gerente. Sente na pele a dor operacional ('meu time só performa quando eu cobro', 'depende do fulano'). É o advogado interno da compra: leva o tema pro dono. Os reels técnicos (talking-head) são o conteúdo que mais o fideliza.
Closer, SDR, representante. Nunca é o cliente. Serve a dois propósitos: (1) é o ESPELHO atacado pra acordar o chefe ('seu vendedor faz isso') e (2) é o MEGAFONE — se defende nos comentários, marca colega, compartilha → alcance grátis. O Thiago vende a SOLUÇÃO do vendedor pro dono, nunca vende pro vendedor.
Gente fora da bolha B2B, atraída por futebol, celebridade, pop culture, self-improvement. Quase nunca vira lead qualificado. Mas é o COMBUSTÍVEL do algoritmo: infla views, autoridade social e joga donos ocasionais pra dentro do feed, onde os posts de conversão capturam. Vaidade > qualificação.
Você notou certo: ele pega notícia/empresa/celebridade do momento e destrincha "o que a empresa X fez certo". Mas isso é só a camada 1 de 5. A fórmula completa, presente em quase todo estático e em ~1/3 dos reels:
Notícia/marca/atleta que JÁ tem tração. Carona de alcance: a notícia já gastou o orçamento de atenção do público; ele só desvia o tráfego. Produção ≈ zero (tweet-card preto, layout fixo).
'O que parece X é na verdade Y' (perder o craque melhorou o time; o estádio não é estádio, é familiaridade). Cria o gap de curiosidade que segura o swipe/retenção.
'Sua empresa faz exatamente isso.' Vira o caso de fora num diagnóstico de dentro. O leitor deixa de assistir e começa a se ver.
O erro é do DONO, não do operador. É o passo que QUALIFICA: filtra o decisor (P1) do meio da audiência ampla. Começa parecendo falar do vendedor e termina responsabilizando quem assina o cheque.
Comenta → DM automática (Manychat) → diagnóstico. Amarra reels e estáticos no mesmo funil. O KPI real não é like — é comentário-gatilho = lead.
A notícia já tem a atenção paga. Ele desvia o tráfego de graça e a custo de produção zero.
'O Nubank investiu 900 mi no Palmeiras' é um fato checável. A prova da tese vem de fora — ele não precisa provar sozinho.
Ninguém busca 'máquina de vendas previsível' no descanso. Mas todo mundo para num post de CR7. A pop culture entrega o conceito B2B pra quem nunca pediria.
'Processo > talento', 'LTV', 'ativo de lembrança' são invisíveis. La Masia, Mbappé e Disney tornam o conceito visual e concreto em 3 segundos.
A tese nunca muda — só a fantasia. Dá frescor pro algoritmo (parece jornal) e reciclagem infinita (a mesma lição vira Real Madrid, Neymar, PSG, Arsenal no mesmo mês).
Postar sobre a Copa antes da Copa, sobre o Diabo Veste Prada 2 na estreia, sobre Neymar x Robinho no calor da treta → surfa o pico de busca e o 'todo mundo tá falando disso'.
O padrão que responde sua pergunta: os temas giram em 3 eixos, todos a serviço da venda — as dores que o produto resolve, as objeções pra não comprar e a identidade que o cliente quer ter. Futebol, celebridade e notícia são só o transporte; o destino é sempre um desses eixos.
É literalmente a dor que o produto cura. Máquina de vendas = processo que não depende de talento individual. Sem essa dor instalada na cabeça do dono, a oferta da Growth Machine não faz sentido. Por isso é o tema mais martelado do mês — saiu 4 vezes só em analogia de futebol, além dos reels de prova interna.
P1 é o alvo: o medo de que 'se o fulano sair, o faturamento vai junto' é visceral pra quem é dono. P2 reconhece a dor operacional na hora. P3 é o 'herói' usado de exemplo (consome, às vezes se ofende). P4 entra pela emoção do futebol e fica pra lição.
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Expande a dor de 'preciso de mais lead' pra 'preciso GERAR demanda' — o que justifica um serviço maior e mais estratégico que tráfego. E, de quebra, justifica o próprio modelo de conteúdo do Thiago (ele vive o que prega). É o tema que sustenta a venda de posicionamento/marca, não só de processo de fechamento.
P1 é levado a pensar em construção de marca (ticket maior). P4 entra em massa — esses são os posts de marca famosa que mais furam a bolha (alcance). P2 valida. P3 é o menos atingido.
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É a dor MAIS universal de quem vende — relatabilidade máxima, gera salvamento e compartilhamento entre vendedores. Serve pra duas coisas: demonstrar competência técnica (autoridade) e dissolver a objeção de preço que o próprio lead do Thiago vai ter ('o programa é caro'). Quem domina objeção de preço acredita que ele domina vendas.
P3 aprende e salva (vira fã). P2 aplica no time. P1 reconhece que perde margem por desconto. P4 passa mais direto — é tema técnico, menos viral.
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Lisonjeia o tomador de ação (o dono que se vê como ágil) e ataca o incumbente lento. Injeta URGÊNCIA — 'oportunidade não espera aprovação' — que é o combustível emocional pra agir AGORA (e comentar DESAFIO agora). Transforma indecisão em custo concreto.
P1 se vê no espelho da empresa lenta/burocrática e sente urgência. P2 reconhece a lentidão dos processos internos. P4 entra pela marca (Mercado Livre).
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Constrói autoridade técnica (prova que ele sabe vender de verdade) e, ao atacar o operador amador, ACORDA o dono: 'é isso que acontece no meu time'. É o tema que mais gera o engajamento de COMENTÁRIO (o vendedor se defende) e o que mais fideliza P2/P3. A maioria dos talking-head e dos reels de polarização cai aqui.
P3 é atacado de propósito → se defende, comenta, gera alcance grátis. P1 concorda e se identifica ('meu vendedor é assim'). P2 aplica. P4 curte a polêmica.
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Mata a objeção número 1 ao serviço dele ('isso é vaidade, não dá retorno'), usando ele mesmo e cases como prova. É um post que justifica retroativamente TODO o resto do feed e posiciona a venda de conteúdo/marca.
P1 é o alvo único: quebra a resistência de investir em conteúdo. P4 viraliza (475k) mas converte pouco.
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Posiciona o HIGH-TICKET (Expansão Comercial, mastermind, eventos High Growth). Vende a SALA, não a ferramenta — o ambiente, o convívio com quem já chegou, a mentalidade. É o tema que sustenta o ticket mais alto e o desejo de pertencimento. Inclui os posts de bastidor/ambiente que mostram o mundo do cliente.
P1 de ticket mais alto é o alvo (quem já tem grana e quer ambiente). P4 aspira. P2 e P3 consomem como sonho de futuro.
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Medo de ficar obsoleto. Posiciona o Thiago como quem está À FRENTE da curva e força o 'eu preciso me atualizar antes que seja tarde'. É urgência de outra natureza — não é a empresa lenta, é o mercado mudando embaixo dos pés.
P1 e P2 sentem o medo de obsolescência. P4 entra pelo tema quente (IA). Pouco P3.
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Os estáticos são quase monotemáticos (newsjacking). Os reels é onde ele varia o FORMATO — cada um resolve um problema diferente do funil.
Mesmo motor dos estáticos, mas em vídeo. É o MAIOR motor de alcance bruto — quase todos os virais ≥100k do mês são deste tipo. Pega P4 em massa. Custo de produção baixo (split-screen com clipe + legenda).
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Demonstra competência em vez de afirmá-la. Maiores salvamentos e melhor qualificação. Terno + microfone + fundo escuro = registro de máxima credibilidade. Converte P2/P3 em fãs e prepara P1 pra confiar.
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Posição extrema = comentário = sinal de interesse pro algoritmo. Ataca o operador (P3) de propósito: ele se defende (alcance grátis) e o dono (P1) concorda. Comentário público > like passivo.
'Mostrar a competência acontecendo' supera 'falar sobre ela'. Humaniza, prova que o método existe na prática dele e exibe o ambiente (mundo do P1). Constrói desejo de pertencimento.
Ataca a objeção nº1 do P1 ('isso não dá dinheiro'), usando case como prova. Justifica retroativamente todo o resto do feed e posiciona o serviço.
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Frequência alta (~1,4 post/dia) sem repetir visualmente e sem cansar o algoritmo, mas martelando a mesma dor até virar memória de marca.
Amarra reels + estáticos no MESMO funil de DM. A métrica pública (like) engana — o KPI real é comentário-gatilho = lead. Por isso posts com 3 likes e 40 comentários fazem sentido.
43% dos reels ficam <10k views. Ele posta volume e deixa o algoritmo eleger os vencedores — barato porque a produção é quase zero.
Faceless/celebridade (P4) puxa alcance; talking-head/estático (P1) qualifica e converte. Os dois são necessários — um paga o outro.
Sem o gatilho, o engajamento desaba. Refém de política da Meta.
'Depende de herói, falta sistema' saiu 4× em um mês (Real Madrid, Neymar, PSG, Arsenal). Funciona pra audiência nova, arrisca queimar quem já segue.
Em vários posts a legenda é só 'comenta DESAFIO' e não reforça o conceito. Quando integra (manda 'ler a legenda'), fica muito mais forte. Gap evidente.
Os virais trazem seguidor errado (P4 que nunca compra). Números bonitos, lead frio.