Por que ele posta o que posta no LinkedIn, os temas que escolhe e como cada um impacta cada persona. Janela: último mês (44 publicações, captura logada 04/jun/2026) · ~1,5 post/dia · 119,8 mil seguidores · quase todo post fecha em "comenta [keyword]".
No LinkedIn o Thiago não faz branding — faz captura industrial de leads B2B sem mídia paga. Mesma lógica do IG (uma tese reciclada), mas o veículo aqui é texto longo estruturado e live quase diária, e o destino é sempre a DM. Um tema só entra se fizer um destes três trabalhos:
O LinkedIn é a fábrica de leads sem mídia paga. Quase todo post de valor termina em 'comenta [keyword]' → DM. O conteúdo existe pra gerar a conversa 1:1, não pra branding.
Name-drop de gigante, dado de estudo, prova de número e tese de IA posicionam a Growth Machine como player sério (não infoproduto). Isso sustenta o ticket alto.
Diagnóstico/auditoria 'não é call de venda' + tripwire R$97 filtram quem é comprador. O LinkedIn nutre o decisor B2B até a aplicação pro Expansão Comercial.
O público do LinkedIn é mais profissional e qualificado que o do IG — o decisor (P1) e o gestor (P2) estão em modo de trabalho, não de descanso. Por isso este canal converte melhor pro high-ticket.
No LinkedIn o dono não está descansando — está procurando fornecedor, método, gente pra contratar. É um decisor em modo de trabalho. Por isso o LinkedIn converte melhor pra high-ticket: o P1 chega mais qualificado e com intenção. Toda a tese de IA e os name-drops de gigante miram nele.
É a persona mais densa do LinkedIn. Vive a dor de 'meu time não bate meta', 'depende de mim', 'não tenho processo'. Consome os playbooks táticos e os takes de cultura/gestão. Vira o advogado interno e muitas vezes é quem comenta a keyword e entra na DM.
No LinkedIn o vendedor é profissional e ativo (não é só espelho como no IG). Consome técnica de prospecção, objeção, Sales Navigator. Alguns viram clientes diretos das imersões (Closer/Gestor) ou indicam o método pro chefe. É também quem mais engaja nos posts de cultura linha-dura.
Diferente do IG, o 'topo largo' do LinkedIn não é pop-culture — é o ECOSSISTEMA profissional: outros experts, parceiros (Salesforce, Pipedrive), imprensa de negócios, o ranking Favikon. Os name-drops e recaps de evento miram essa validação de pares, que retroalimenta a autoridade que converte o P1/P2.
A mecânica central do canal. Quase todo post substantivo termina pedindo um comentário com uma palavra-chave; o material vai na DM. No mês foram ~15 keywords (DESAFIO, CONSULTIVO, 3K, COPA, TREINO, SERVIÇO, ESPAÇO…).
Framework, história ou dado que entrega utilidade real e prende o decisor. A 1ª linha é sempre um hook contrarian / número chocante.
'Depois de estruturar mais de 8.000 operações comerciais…' — o selo de credibilidade, repetido em ~1/3 dos posts.
3 portas, 5 passos, 7 movimentos. Dá valor de graça e ancora a próxima etapa.
O CTA. Comentário com palavra-chave (DESAFIO, CONSULTIVO, 3K, COPA, TREINO…) — o resto entrega na DM.
O material grátis vai na DM e abre o diálogo. O comentário funciona como pixel (alimenta o algoritmo) e a DM como funil.
Comentar com keyword alimenta o algoritmo do LinkedIn (engajamento puxa alcance orgânico) — sem pagar mídia.
A entrega do material acontece na DM, onde o time qualifica e empurra pro tripwire/diagnóstico. O lead se auto-seleciona ao comentar.
Link no post derruba alcance no LinkedIn. 'Comenta X' contorna a punição de link e ainda gera prova social pública.
'Dia de Fechamento — a oferta sai do ar quando a live acabar.' Urgência ao vivo, quase todo dia, sem custo de mídia.
~1,5 post/dia. Ele não otimiza o viral por post — otimiza frequência e nº de comentários-com-keyword (= leads). A média de engajamento é modesta de propósito.
Cada DM vira contato quente e conexão B2B. O LinkedIn constrói uma lista proprietária de decisores — ativo que não depende de plataforma de ads.
Os pilares giram em 3 eixos: capturar lead (playbook gated), construir autoridade (contrarian, name-drop, origem, dado, IA, prova) e qualificar (diagnóstico → high-ticket). Tudo a serviço do mesmo funil de DM.
Ataca a crença consolidada do mercado pra se posicionar como quem enxerga diferente. É o hook que para o scroll do profissional e estabelece o frame 'todo mundo faz errado, eu vou te mostrar o certo'. Polariza o suficiente pra gerar comentário sem queimar o decisor.
P2 e P3 param pra discordar ou concordar (debate). P1 reconhece o frame de autoridade.
Pega emprestada a credibilidade de gigantes e nomes conhecidos. 'Sentei à mesa da Salesforce', 'almocei com quem vendeu a Neoway por 1,8 bi'. Posiciona a Growth Machine como par de enterprise, não como infoproduto — o que justifica o ticket alto e atrai o P1.
P1 é o alvo (autoridade enterprise vende high-ticket). P4 (pares/mercado) valida e amplifica.
Humaniza e cria identificação profunda. O telemarketer de R$473, a mãe que vendia marmita, a falência de R$300k. São os posts de MAIOR reação do mês — a vulnerabilidade gera conexão emocional que a técnica não gera, e ancora a narrativa 'se eu saí do fundo, meu método funciona'.
Todas as personas reagem (alcance amplo). P1/P2 projetam a própria jornada; P3 aspira.
Entrega valor real e acionável — mas guarda a versão completa (templates, checklist, scripts) atrás do 'comenta X'. É o motor de captura: o post prova que o método é bom, e quem quer o material inteiro comenta a keyword e entra na DM. Utilidade gratuita é a isca mais eficiente do canal.
P2 e P3 são os que mais comentam pra pegar o material. P1 salva e delega.
Metade do conteúdo do mês orbita IA na prospecção (SDR de IA / Prospct.IA / operação agêntica). É a nova narrativa de diferenciação — saiu do 'M&A/holding' pra 'líder de IA em vendas'. Cria FOMO ('99% dos vendedores não sabe usar IA') e posiciona o produto de software/IA, que é a fronteira de receita nova.
P1 (medo de obsolescência + apelo de eficiência/custo) e P2 (operação). É o tema que mais fala com decisor.
Mehrabian, McKinsey, Gartner, SPIN/Rackham, Princeton, Harvard, pesquisa do próprio LinkedIn. A ciência blinda o discurso contra o ceticismo do decisor B2B — que desconfia de 'achismo de guru'. Faz a opinião soar como pesquisa.
P1/P2 (decisores céticos que precisam de lastro). Reduz a resistência racional antes do CTA.
Posições extremas sobre gestão: 'ou faz o que eu mando ou tá fora', '200 ligações/dia', 'contrato atleta, não vendedor'. Polariza de propósito → gera o maior volume de comentários (debate = alcance). Atrai o gestor que quer 'mão firme' e afasta quem não é o público — funciona como filtro de avatar.
P2 (gestor que se identifica com a dureza) e P3 (que se defende ou aspira). Debate = sinal de alcance.
Mostra a máquina rodando ao vivo: recap do High Growth, '300 vendedores na sala', 'R$2,5M em 37h', '615 inscritos no Desafio'. A prova social ao vivo (foto de evento cheio, número grande) é o que mais gera REAÇÃO — valida que o ecossistema existe e está em movimento.
P4 (pares/mercado) amplifica o recap. P1/P2 sentem o 'todo mundo já está dentro, e eu?'.
~1,5 post/dia + live quase diária. Não é branding — é linha de montagem de leads. Volume é a estratégia.
O 'comenta X' contorna a punição de link, alimenta o algoritmo e abre a conversa 1:1 onde o time qualifica.
As keywords convergem no tripwire R$97 (Desafio) + diagnóstico → high-ticket. LinkedIn, IG e YouTube alimentam o mesmo fundo de funil.
Name-drop + dado + tese de IA tiram a GM da prateleira de 'infoproduto' e a colocam como fornecedor sério — o que permite cobrar caro.
Mediana ~20–40 reações e comentários em 1 dígito. Depende de volume; poucos posts furam de verdade.
8.000 operações / 40.000 vendedores / R$3,4 bi (ora R$2,2 bi). A repetição de credenciais que não batem pode minar a confiança do decisor atento.
Vários posts de 'LIVE' com 0–2 reações e 'evento cancelado'. Testa demais e queima frequência sem retorno.
Se o LinkedIn punir o 'comenta X' (como já aconteceu em outras plataformas), o motor de captura trava.